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A mostrar mensagens de março, 2023

Dia de feira em Cabaços - Praça "Velha"

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Perde-se na noite dos tempos a origem das feiras enquanto local onde as populações realizavam as suas transações e adquiriam bens que necessitavam e não produziam em troca dos seus próprios produtos, dando origem a uma classe de mercadores que passaram a viver particularmente dessa atividade. As feiras tiveram, desde sempre, uma elevada importância não apenas devido ao incremento económico como ainda pelo seu contributo na troca de ideias e do conhecimento de outras culturas. Elas adquiriram um particular relevo durante a Idade Média a tal ponto que a sua proteção era registada nos forais atribuídos pelos reis. As feiras semanais que às segundas feiras se realizavam em Cabaços eram uma das bases do progresso da região; nelas se encontravam vendedores e compradores de vários pontos da região que efectuavam os mais variados negócios. Tradicionalmente, comercializava-se produtos agrícolas, bens de consumo e manufacturas como cerâmica, tanoaria, cestaria, ferraria, tecelagem, en...

28 de março é o 87.º dia do ano no calendário gregoriano (88.º em anos bissextos). Faltam 278 para acabar o ano.

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  𝐭𝐞𝐫𝐫𝐢𝐭ó𝐫𝐢𝐨.𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞.𝐝𝐞𝐬𝐞𝐧𝐯𝐨𝐥𝐯𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨: 𝐫𝐞𝐠𝐢𝐬𝐭𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐮𝐦𝐚 𝐯𝐢𝐚𝐠𝐞𝐦 Na viagem de hoje o destaque vai para o 𝘀𝗮𝗴𝗿𝗮𝗱𝗼 𝗲 𝗼 𝗽𝗿𝗼𝗳𝗮𝗻𝗼 𝗲𝗻𝘁𝗿𝗲 𝗾𝘂𝗮𝘁𝗿𝗼 𝗽𝗮𝗿𝗲𝗱𝗲𝘀; a narrativa criada em torno de crises existenciais assumidas pelo homem/mulher ao longo da sua história. Ruínas da Capela da Cabeça da Galinha

Dia Nacional do Teatro

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  fotografia: Celestina Agrela No Dia Mundial do Teatro o meu aplauso para o grupo "O Tal" (oficina de teatro de Alvaiázere – secção de teatro da Alva Canto”) pela noite de 25 de março, em que tive a oportunidade de assistir, na Casa Municipal da Cultura de Alvaiázere, à estreia da peça "Porque choram estes meus olhos", da autoria do prof. João Silva. Tratou-se de um serão envolvente, com excelentes prestações teatrais. A todos os envolvidos, o meu bem haja. Texto: Prof. João Caetano Interpretação: Ana Silveiro António Rafael João Caetano Maria Santos Tânia Rosa Ricardo Joaquim Coordenação artística: Prof. João Caetano & Prof. Celestina Agrela Luz e som Prof. Celestina Agrela, Prof. João Caetano & Rafael Santos

Fonte santa

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No registo de hoje o destaque vai para a "fonte santa", um pequeno reservatório de água da chuva que servia para guardar a água da chuva

Ciclos de vida: ontem e hoje

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Observar o passado é conhecer o que foi feito para aperfeiçoar mecanismos que podem influenciar o presente, de modo a que novos conhecimentos e novas técnicas sejam disponibilizadas para a sustentabilidade das gerações futuras. “Ciclos de vida: ontem e hoje”, patente ao público no Museu Municipal de Alvaiázere, é uma exposição que se basea nos ciclos de vida humanos, genericamente: a infância, a juventude, a idade adulta e a terceira idade, relacionando a evolução de cada objecto, com a etapa de vida em que, mais comummente, é usado. Inserida no grande tema da educação não-formal, esta mostra pretende também ser um aliado na compreensão da comunidade e do mundo pelos mais jovens, que nasceram na era tecnológica e que não assistiram às transformações evolutivas que aqui se apresentam. Vale mesmo a pena a visita.

Transmutações

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  A arte com metais reciclados remonta aos antigos egípcios. No século passado este tipo de arte desenvolveu-se como estilo artístico independente. Enquanto Picassso e Duchamp começaram a incorporar elementos de metal reciclado nas suas obras, John Bisbee e David Mach criaram esculturas inteiras a partir desses materiais. Na exposição temporária “Transmutações” do escultor Carlos de Sousa, patente ao público no Museu M. de Alvaiázere, as esculturas transportam-nos para um mundo de fantasia onde reina a criatividade, a técnica, a improvisação livre e o caminho da sustentabilidade ambiental.